quinta-feira, 10 de abril de 2014



                                                   Princípios de Governo no Novo Testamento

A palavra de Deus nos mostra claramente que o padrão de Deus é a equipe ministerial. Não o governo de um só homem e nem o governo da maioria, mas a liderança compartilhada de uma equipe.

Três grupos de pessoas
na saudação de sua carta aos filipenses, Paulo escreve para três grupos de pessoas: os santos, os bispos e os diáconos.
Fp. 1:1
Observe que todos eles são mencionados no plural.

Os santos
Os santos são todos os crentes da igreja de Filipos. Não são apenas um grupo selecionado, mas todos os irmãos que compõem a casa de Deus.

Os diáconos
São aqueles encarregados de suprir as necessidades naturais dos santos e trazer ordem para a Casa de Deus. Como não é nossa intenção tratar do trabalho dos diáconos hoje não vamos nos deter no seu ministério.

Os Presbíteros
Um dos problemas que temos hoje é a quantidade de títulos entre os cristãos usados para descrever o ministério. Nós temos cardeais, arcebispos, bispos, presbíteros, pastores, superintendentes, supervisores, anciãos, papas, vigários, sacerdotes e reverendos. Como resultado existem uma variedade de posições e um número de hierarquias que foram desenvolvidas.
Na Bíblia Deus usa muitas palavras diferentes para descrever a mesma coisa. Por exemplo, ele usa cerca de 70 palavras para descrever a Igreja. A mesma coisa acontece com os ministros da igreja. Há diferentes palavra no grego, mas todas elas descrevem a mesma coisa. Precisamos ser cuidadosos porque alguns tomam a palavra “bispo” e constroem uma hierarquia de bispos na igreja. Outros tomam a palavra grega traduzida como “anciãos” ou “presbíteros” e constroem uma hierarquia com base nessas palavras. E há ainda o que escolhem a palavra “pastor” e estabelecem igrejas tendo pastores como líderes.

Vários nomes para descrever o ministério
No Novo Testamento muitas palavras são usadas para descrever o ministério na igreja local. Algumas dessas palavras eram também nomes comuns para ministros nas sinagogas.

Ancião ou presbítero
A palavra “ancião” era uma palavra que os primeiros cristãos estavam familiarizados por causa da sua origem judaica. Anciãos eram usados desde os dias de Moisés (Nm. 11:16). Anciãos acompanharam Josué na conquista da terra (Js. 7:6). O Sinédrio era constituído de anciãos (Mt. 26:3). E cada sinagoga era liderada por anciãos.
Quando os apóstolos escreviam para as igrejas locais era natural para eles escreverem para os anciãos. Estes eram homens que tinham uma posição reconhecida e que eram encarregados de supervisionarem a cuidarem dos demais irmãos da igreja. Os apóstolos não apenas escreveram aos anciãos, mas eles mesmos se identificavam como tais.
I Pe. 5:1-2
Tg. 5:14
II Jo. 1
III Jo. 1
Nos escritos de Pedro e João é tomado como algo já comum o ofício dos anciãos. Já havia se tornado uma instituição aceita de maneira geral nas igrejas.
A palavra “presbutero” traduzida como “ancião” simplesmente significa alguém mais velho, maduro, idoso e ancião. Era algo natural para igreja no primeiro século manter na igreja os mesmos títulos que lhes eram familiar no Velho Testamento e nas sinagogas.

Bispo
A palavra “episkopoi” é traduzida como bispo em nossas Bíblias (At. 20:28, Fp. 1:1, I Tm. 3:2, Tt 1:7 e I Pe. 2:25). Este era um título oficial entre os gregos designando o governador de uma nova colônia. Tinha a conotação de governo e supervisão.
Paulo usa esse termo quando escreve para as igrejas entre os gentios. Filipos ficava na Macedônia, Timóteo estava em Éfeso e Tito ministrava em Creta. Ele parece ter adaptado sua comunicação ao vernáculo comum entre os gentios. Por isso podemos dizer que era um sinônimo para ancião.
Pedro nos mostra que ancião e bispo era palavras sinônimas que se aplicavam às mesmas pessoas.
I Pe. 5:1-2
Observe que Pedro era um apóstolo, mas aqui ele diz que também era um presbítero ou ancião. A palavra ancião descreve o homem, mas apóstolo descreve seu trabalho no ministério.
Pedro também se coloca na mesma posição dos demais presbíteros. Ele parece estar escrevendo para iguais e não como alguém superior.
Paulo deixa isso mais claro quando escreve para Tito para que ele constituísse presbíteros em Creta. Paulo mostra claramente que Presbítero e Bispo são a mesma coisa.
Tt. 1:5, 7 e 9
Certamente as palavras Bispo e Presbítero se referem ao mesmo ministério. Eles funcionavam como pastores do rebanho.
Essa mesma idéia está em Atos 20. Paulo manda chamar os presbíteros de Éfeso e então, quando Paulo os exorta, ele diz que eles eram bispos. Isso mostra que ancião, presbítero e bispo são todos a mesma pessoa. Ancião e presbítero descrevem a pessoa, e bispo descreve a sua função no ministério.

Pastor
A palavra pastor é a tradução da palavra grega “poimen”. Essa palavra é usada 18 vezes no Novo Testamento. Em quinze ocorrências ela é traduzida como pastor de rebanho, especialmente nos evangelhos. Em duas vezes se refere ao Senhor Jesus (Hb. 13:20 e I Pe. 2:25). Somente uma vez é traduzida como pastor no sentido que usamos na igreja (Ef. 4:11).
O verbo “poimaino” é traduzido como “pastorear” e aparece dez vezes em nossas bíblias. Dessas, três vezes tem o sentido de pastorear o rebanho de Deus (Jo. 21:16, At. 20:28 e I Pe. 2:5).
A palavra que usamos para nos referir ministro como “o pastor” era completamente desconhecida da Igreja primitiva. A palavra “pastor” nunca é usada para se referir a um ministro no Novo Testamento, exceto quando se refere ao Senhor Jesus.
No entanto está claro que a função de pastorear está sobre os ombros de anciãos, presbíteros ou bispos. A palavra “pastor” aponta para a função desses anciãos.

Quem eram os presbíteros
Apesar da palavra “ancião” ter o sentido de idoso, eles não eram necessariamente idosos, eram apenas mais experientes. Também é preciso enfatizar que os presbíteros eram ministros espirituais, ministros ordenados. Eles eram homens separados para a liderança espiritual no Corpo de Cristo. Eles não eram homens de negócio ou gente bem sucedida que controlavam a igreja. Em vez disso eles eram homens chamados por Deus. Eles talvez tivessem que trabalhar para se manterem como Paulo fez, mas eles certamente tinham um encargo ministerial sobre eles.

A pluralidade dos presbíteros
Um fato claro nas escrituras é que havia mais de um presbítero em cada igreja local. Havia uma pluralidade na liderança da igreja.
Eles se constituíam numa equipe ministerial na qual cada um subordinava seu interesse pessoal e sua opinião à unidade e eficiência do grupo. Como companheiros, cada um desempenhava a sua função no cuidado do rebanho. Paulo diz claramente que alguns anciãos se afadigavam no ensino e outros presidiam (I Tm. 5:17).
O presbitério de uma igreja local era um grupo de anciãos espirituais que supervisionavam a casa de Deus.
Apesar de não definir um número, o Novo Testamento sempre coloca a palavra “presbítero” no plural.
At. 11:29-30
At 14:23
At. 15:4
At. 15:22
At. 16:4
At. 20:17
At. 21:18
I Tm. 5:17
Tg. 5:14
I Pe. 5:1
Tt. 1:5
Hb. 13:7
Hb. 13:17
Hb. 13:24
Há somente duas exceções quando o plural não é usado. A primeira está em I Tm. 3:2 e em Tito 1:7. Aqui Paulo está dando as qualificações de “um ancião”.
A segunda exceção está em II João 1 e III João 1 onde João se apresenta como presbítero.
Atos 13:1 é um exemplo maravilhoso de uma equipe ministerial na igreja de Antioquia. Ali vemos como o ministério de cada um era reconhecido. Entre os presbíteros de Antioquia havia alguns que eram profetas e outros que eram mestres.

A liderança do presbitério
Essa é uma questão que envolve dois aspectos. Em primeiro lugar o Senhor advertiu os discípulos a respeito de hierarquia e governo na igreja.
Mt. 23:8-11
A vontade do Senhor é que dentro da Igreja nenhuma pessoa dominaria as demais, mas seríamos todos irmãos. Precisamos reconhecer que hierarquias estão fora da vontade de Deus para nós. No entanto isso não significa que não haja liderança. Na equipe de presbíteros há diferentes dons e habilidades que resultam em diferentes responsabilidades, mas todos os presbíteros são iguais como cooperadores da obra.

O pastor presidente
O que podemos dizer da função de pastor presidente ou pastor sênior como são chamados nos dias e hoje. Eles são realmente necessários? Eu creio que a resposta é, sim. Eles são necessários e até vitais para o bom andamento da obra. A idéia de pluralidade de presbíteros não retira a necessidade do reconhecimento de um sênior.
A sabedoria nos ensina que toda discussão precisa de um moderador, de um líder. Em toda família há a necessidade de um pai para dar ordem dentro da casa. Assim todo presbitério precisa de um pastor para liderá-lo. Ele é o primeiro entre iguais. Sua função principal é fazer com que tudo funcione apropriadamente.
Isso, porém, não significa que o pastor deva dominar sobre a equipe e sobre a igreja. João escreveu a respeito de alguém que amava a posição de proeminência.
III Jo. 9
Mt. 23:3, 5 e 7
O pastor presidente não é um chefe que dirige a todos os outros com mão de ferro dizendo como cada coisa deve ser feita. Ele não é o técnico do time, mas o capitão que joga junto com os demais jogadores.
O pastor presidente deve servir a equipe moderando, equipando, coordenando, encorajando, avaliando, motivando, exortando e fazendo tudo o que for preciso para que a equipe funcione em harmonia.
Precisamos avançar para acabar com qualquer idéia de hierarquia entre nós. Mas precisamos ter sabedoria. Não podemos cair no extremos de pastores ditatoriais e intocáveis que tomam a igreja como sua propriedade particular, mas devemos também evitar acabar com a função do pastor sênior o que significaria que não haveria ninguém responsável pelo bom andamento do trabalho.
A igreja primitiva seguiu o mesmo padrão das sinagogas judaicas. Nas sinagogas a autoridade nos casos normais estava nas mãos de um grupo de anciãos. O Salmo 107 menciona o conselho dos anciãos.
Sl. 107:32
O número mínimo desse conselho era de três anciãos. Se não houvesse o número suficiente de anciãos qualificados, então um mestre da sinagoga poderia presidi-la. Mas ele não podia tomar decisões que envolvesse doutrinas ou práticas pois não havia outros anciãos com ele.
Cada conselho de anciãos tinha um presidente que era vitalício. Ele poderia ser removido momentaneamente ou permanentemente em caso de pecado. Como presidente ele estava sujeito ao conselho dos anciãos que poderia remove-lo da sua função.
No início da igreja parecia normal aos irmãos seguir o sistema de governo das sinagogas: pluralidade de anciãos com um presidente responsável. Tiago parece que era o sênior dos anciãos de Jerusalém (At. 15:13). Parece também que João era um anciãos sênior na Igreja da Ásia menor (II Jo. 1). Mas o padrão era que eles não agiam de forma independente do conselho de anciãos. No final do concílio de Jerusalém a carta enviada às igrejas foi feita em nome dos apóstolos, presbíteros e irmãos (At. 15:23).
A equipe ministerial não é um novo esquema para que o pastor tradicional divida os trabalhos do ministério. Antes é uma forma de governo bíblica que os apóstolos implementaram em todas as igrejas que juntas conquistaram o mundo daqueles dias. É a maneira mais segura de termos uma edificação genuína da igreja local (At. 17:6).


Admita a sua Necessidade em Deus
2  Crônicas 20.12

Ó nosso Deus, não os julgarás? Porque nós não temos força para resistirmos a esta grande multidão que vem contra nós, nem sabemos o que havemos de fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti.
Percebemos que o plano de Deus para Josafá , que se encontra no versículo 12.Aqui Josafá admite para Deus abertamente sua total incapacidade  de lidar com o problema.
Precisamos entender que não podemos resolver os problemas  que se levantam contra nós a cada dia. Não temos as respostas para todas as perguntas .
Não sabemos como lidar com todas as situações que encontramos . Assim como Josafá, simplesmente  não sabemos o que fazer.
Em vez de nos esforçamos em vão tentando fazer alguma coisa a respeito de algo que não podemos resolver, até  ficarmos completamente exaustos e totalmente frustradas com tanto esforço,  precisamos deixar  Deus fazer aquilo  que não podemos fazer por nós mesmos.
Passamos a vida tentando lutar por nós mesmo!
Tentar ser Deus !  Vai    fazer esgotarmos  rapinho !
Em vez de tentar fazer por nós mesmos ! Vamos deixar Deus ser Deus !
Admita para Deus  que você não tem poder  para enfrentar os seus inimigos e que você não sabe o que fazer , mas está confiando nele para lhe dar direção e libertação.
Três coisas importantes a fazer :
As três coisas que Josafá fez foram muito importantes.
1)       Ele admitiu não ter forças para enfrentar seus inimigos;
2) Ele disse que os seus olhos estavam em Deus
3) Admitiu que sabia o que fazer ;
Dizendo estás três coisas , Josafá se colocou na posição certa para experimentar um milagre, e parece que isso não demorou muito a acontecer . Foram necessário apenas 12 versículos . A maioria das pessoas não consegue chegar lá em doze anos , quanto mias em doze versículos.
UMA POSIÇÃO DE TOTAL DEPENDÊNCIA EM DEUS
Jesus disse:” ....sem mim vocês não podem fazer coisa alguma...” ( João 15.5).
  Uma  das leis espirituais para recebermos de Deus é a da total dependência dele . Sem fé não podemos agradar a Deus.  Ela é o canal  do qual  recebemos dele .
 Na versão Amplificada “Apoiar toda personalidade humana em confiança absoluta no Seu Poder , sabedoria e bondade.
Devemos confiar nele , nos apoiar nele, e depender inteiramente dele , tirando todo o peso de sobre nós mesmos e colocando-o sobre Ele .
 Dizemos que confiamos em Deus , e talvez  confiemos em parte , mas temos dificuldades em confiar inteiramente.
Josafá   quando foi atacado ele foi buscar direção De como lutar essa batalha?
Não! A primeira coisa  que ele fez foi se dispor a buscar a Deus : ‘ Custe o que custar a Deus .
Sem a ajuda de Deus, não podemos mudar  nada em nossa vida . Não podemos transformar a nós mesmos , transformar nossos conjuges, nossa família , nossos  amigos e nossas circunstâncias ao nosso  redor.
A bíblia  diz  em 1 Corìntios 13.9 diz que o nosso  conhecimento é fragmentado, ou parcial.  Conhecemos algumas  coisas, mas não conhecemos tudo . Existem questões que simplesmente precisamos deixar  de lado . Não saberemos tudo, mas podemos  amadurecer  a ponto de estarmos satisfeitos em conhecer aquele que sabe .
Quando chegamos a esse ponto, entramos no descanso de Deus, o que também libera alegria em nossas vidas.
Salmista diz : SENHOR, o meu coração não e orgulhoso nem os meus olhos Altivos; não me exercito em grandes matérias, nem em coisas muito elevadas para mim.
Certamente que me tenho portado e sossegado como uma criança desmamada de sua mãe; a minha alma está como uma criança desmamada . Espere Israel no Senhor, desde agora e para sempre.
                                  
Salmos 131:1-3
Essa é a atitude do coração que Deus quer que todos nós tenhamos.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Escola de Ministério - Curso de Maturidade no Espírito - Curso de Treinamento de líderes - Seminário Telepresencial


O Caminho do Vencedor

ESCOLA DE MINISTÉRIOS

ORIENTAÇÕES GERAIS
 
A Escola de Ministério oferece um processo de ensino que oportuniza a cada novo cristão alcançar o seu crescimento espiritual. De um bebê espiritual até um líder maduro e apto para cumprir o propósito de Deus, existe um caminho a ser percorrido que chamamos de “Caminho do Vencedor”.

Vejamos abaixo cada etapa deste caminho:

Curso de Consolidação - Logo após voltar ao encontro, ou mesmo antes, os novos convertidos serão imediatamente encaixados numa célula onde passará a receber o que precisa para continuar na caminhada cristã. Na célula você encontrará verdadeiros irmãos que o ajudarão a crescer na vida com Deus. Neste período você estudará o Curso de Consolidação, uma série de 12 lições que darão base para os seus primeiros passos na fé e esclarecerão as principais dúvidas de alguém que nasceu de novo.  Na célula o líder estabelecerá que um irmão mais velho na fé seja seu Anjo da Guarda. Ele vai acompanha-lo durante as doze semanas da leitura do livro chamado de Curso de Consolidação, até que você esteja plenamente consolidado.
Batismo -  Esse é um dos passos mais importantes, quando aqueles que nasceram de novo passam pelas águas do batismo selando assim a sua nova experiência de novo nascimento, confessando Jesus diante dos homens. É como se você estivesse enviando uma mensagem para o mundo espiritual: “eu estou morrendo para o mundo, sepultando o meu velho homem, para viver a nova vida que o Senhor tem pra mim”. Estimulamos todos os batizandos a convidarem seus familiares e amigos para testemunharem esse importante momento em sua vida.
Curso das Águas - No sábado que antecede o batismo, normalmente celebrado no domingo à noite, será ministrado o Curso das Águas, como preparação para o batismo.
Maturidade no Espírito - De todos os cursos que oferecemos, o curso de Maturidade no Espírito é o mais profundo, consistente e que maior impacto trará à sua vida. Este curso tem duração de um semestre com aulas ministradas uma vez por semana. Começa com princípios práticos ensinando-o a experimentar a presença de Deus, receber revelação, andar no Espírito e cooperar com Deus no processo de transformação de sua alma. O curso de “Maturidade no Espírito” é muito importante, pois será alicerce para muitas novas etapas e conquistas para as quais o Senhor Jesus deseja te levar.
CTL - Após concluir o curso de Maturidade no Espírito você deve começar o CTL – Curso de Treinamento de Líderes, que o capacitará para assumir a liderança de uma célula. Você aprenderá a ministrar a palavra com clareza, vida e unção. Esse curso dará a você ferramentas para aconselhar pessoas à luz da palavra de Deus, dirigir momentos de louvor e adoração, orar com fé e ousadia, apascentar as vidas e discipular seus liderados de forma prática a segura, a fim de que eles também se tornem líderes abençoados como você.
Telepresencial - O último passo no Caminho do Vencedor é o Curso Pastoral Telepresencial. Somos uma igreja de sacerdotes, ou seja, cremos que cada membro é um ministro. Uma das funções do ministro é pastorear os filhos na fé. Com este princípios o Curso Pastoral Telepresencial, além de ser uma ferramenta poderosa na formação dos nossos pastores, é um passo muito importante no processo de crescimento e amadurecimento na fé. O Curso Pastoral é ministrado somente via satélite para todo o Brasil e alguns lugares da América Latina com duração de 2 anos (4 períodos) com aulas duas vezes por semana.


Escola da Família

A Escola da Família oferece diversos cursos que direcionam a família dentro dos princípios da Palavra de Deus. Esses cursos são oferecidos ocasionalmente, com prévia divulgação e poderão ser feitos por qualquer pessoa, inclusive por pessoas que não fazem parte da igreja. Entre eles temos:
Curso de Noivos - Obrigatório para aqueles que se casam na Videira. Pode ser ministrado em turma ou através de um acompanhamento individual pelo pastor ou discipulador da rede.
Curso Casais Radicais - Ministrado somente para casais. Indispensável a participação de ambos os cônjuges. Na conclusão do curso os casais além da formatura, participam de um Encontro de Casais num final de semana, onde as verdades ministradas durante o curso serão reafirmadas com espaço para ministração.
Curso de Consagração de Filhos - Esse curso é destinado aos casais que pretendem apresentar os seus filhos a Deus, no culto público, como Jesus foi apresentado por Maria sua mãe, uma vez que não batizamos crianças, por acreditarmos que o batismo só é validado mediante o arrependimento e a fé sincera em Cristo Jesus. E uma criança recém-nascida ainda é incapaz de crer e de se arrepender.




Informações 098 3303-1529

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Palavra da Célula - 09 a 15 de Junho de 2013

Transportando as 
riquezas do reino