domingo, 12 de outubro de 2014

Palavra da Célula Semana - Semana 12 a 18 de Outubro 2014



  A Importância dos Fundamentos 


Textos Básicos (Hb 5.11-6.3; Lc 6.46-49; 1 Co 3.10-15; 1 Pe 2.5). 
Introdução 
Toda obra, para ser edificada, seja um simples muro ou complexo arranha-céu, precisa de uma fundação. A fundação ou alicerce é, portanto, a parte da construção que sustenta a estrutura edificada. Em outras palavras: a estabilidade da obra construída depende da fundação. Se ela é sólida e consistente, não existe nenhum risco de desabamento. Se não, quando as intempéries vierem o edifício provavelmente desabará. Igualmente, como discípulos de Jesus, somos edificações espirituais, às quais as Escrituras chamam pelos seguintes nomes: templo do Espírito Santo (1 Co 6.19), o templo (santuário) de Deus (1 Co 3.16), edifício de Deus (1 Co 3.9), e casa espiritual (1 Pe 2.5). E se nossos fundamentos estiverem edificados adequadamente,  nossas estruturas serão fortes, firmes e capazes de resistir aos problemas. 

Jesus, o alicerce  (1 Co 3.11). 
 
O melhor e mais perfeito tipo de fundação é a rocha. E para encontrá-la, os construtores removem outras bases menos estáveis, tais como: pedregulho, areia, barro e pedra porosa. A nossa vida espiritual também deve ser submetida ao mesmo processo. Se Jesus Cristo não estiver no centro de nossas ações, ou se nelas Ele não estiver envolvido, nada deveríamos fazer ou construir, pois Ele é a nossa rocha (1 Co 10.4). Se tentarmos construir algo longe dessa verdade, então o dia (o dia do Juízo) trará isso para a luz. Na verdade, tudo o que edificarmos será testado, e, no final, seremos recompensados pelo que sobreviver (1 Co 3.10-15). Jesus somente apoiará aquilo  que Ele vir o Pai fazendo (Jo 5.19). Por isso, devemos pedir a Deus que faça a sua vontade em nossas vidas. Desse modo, saberemos que o que estamos construindo é por Ele sustentado.
 
Rocha ou areia? 
Em Lucas 6.46-49, Jesus descreve dois modos de construir: sobre a areia (uma fundação instável) ou sobre a rocha (uma fundação estável). Muitas pessoas, incluindo muitos crentes, estão construindo as suas vidas em fundações instáveis, tais como: o materialismo, a ambição, o esporte,  a educação, as filosofias, tradições e sabedoria de homens, etc. A única fundação estável é o Senhor Jesus Cristo: a Palavra Viva – a Verdade. 
A partir dessa passagem, em Lucas, podemos fazer as seguintes indagações: 
 
(i)  O que constitui uma vida sã? (v. 47) 
“Qualquer que vem a mim, ouve as minhas palavras e as põe em prática...” Relacionamento com Jesus.
(ii)  Pode alguém ouvir e não fazer? (v. 46) 
“Por que você me chama Senhor, Senhor, e não faz o que eu mando?” Pode alguém conhecer a Palavra e não praticá-la?. (Veja também Tg 1.21-25.) 
(iii) A que é comparado o homem que ouve e pratica a Palavra? (v. 48a)“... é semelhante a um homem que constrói sua casa sobre a rocha...” Esse homem removeu tudo que estava entre ele e a pedra. Ele teve certeza de que era um fundamento sólido, porque cavou fundo. 
  
(iv) Por que a casa deve ser construída sobre a rocha? (v. 48b)
“... quando vem a inundação, as torrentes golpeiam aquela casa...” É próprio da vida passar pela tempestade (Hb 12.25-29). Ninguém escapa das tempestades. 
 
(v)  O que aconteceu com a casa sobre a rocha? (v.48b) 
A casa não pôde ser abalada porque foi bem construída, foi edificada sobre a rocha. Haverá tempestades em nossa vida espiritual, mas se nós estivermos ouvindo e praticando a Palavra de Deus, as tempestades não poderão nos abalar. 
 
(vi) Qual é o perigo que corremos, quando estamos construindo nossa vida espiritual? (v. 49a) 
“O que ouve minhas palavras e não as põe em prática é como um homem que construiu uma casa no solo, sem um alicerce..." (ou na areia, como em Mt 7.26). 
 
(vii) O que acontece com a casa sem alicerce? (v. 49b) 
“... No momento que a torrente golpeou aquela casa (a mesma inundação ou tempestade que golpeou a casa construída sobre a rocha), ela se desmoronou e sua destruição foi completa”. Precisamos reconhecer qualquer fundamento instável em nossas vidas. Reconheça-os e, então,  cave fundo até a rocha com a ajuda do Santo Espírito.   
e)        O que acontece depois? 
 
Como cristãos, os fundamentos sobre os quais edificamos a vida cristã são tão importantes que, sem eles, é impossível avançar rumo à maturidade. Hebreus 6.1-3 lista as verdades fundamentais básicas (ou fundamentos da fé) sobre as quais nossa vida espiritual é construída. Esse texto estimula-nos ainda a prosseguir rumo à maturidade, segundo a vontade de Deus. A verdadeira maturidade ocorre sob a permissão de Deus. Se não lançarmos os fundamentos certos, Deus não nos permitirá continuar edificando o edifício de nossa casa espiritual. Há tantos cristãos imaturos, até mesmo entre os veteranos da fé. Isto é uma tragédia. Muitas dessas pessoas deveriam estar ensinando outros ou treinando seus próprios discípulos. Todavia, ao invés disso, ainda vivem  como se fossem bebês espirituais em Cristo – precisam ainda de leite espiritual, em vez de comida sólida (Hb 5.11-14).
f)         Evidências de imaturidade em cristãos veteranos:
 
(i)  Tardios em ouvir 
São letárgicos e demonstram pouca disposição para serem conduzidos; não têm nenhuma direção ou disposição interior; muitos deles começaram a vida cristã entusiasticamente, mas tornaram-se insensíveis a Deus, no decorrer dos anos. 
 
(ii) Irresponsabilidade 
Nunca cresceram. Permanecem ainda infantis, não agindo como pessoas adultas. 
 
(iii) Falta de participação 
Nunca contribuem com nada; apenas fazem número, e isso durante anos. 
(iv) Falta de discernimento 
Na maioria das vezes, não conseguem nem mesmo distinguir entre o bem e o mal. 
(v) Instabilidade 
Qualquer situação abala esses cristãos. Eles agem, freqüentemente, como borboletas espirituais: pulando de uma igreja para outra. 
g)        Causas da imaturidade em cristãos veteranos: 
 
(i)  Na verdade, nunca nasceram de novo. 
As evidências de que nascemos de novo são inconfundíveis: 
ü O testemunho do Espírito (Rm 8.16). 
ü Tornamo-nos uma nova criação (2 Co 5.17). 
ü Desejamos obedecer a Deus (1 Jo 2.3). 
ü Amamos os irmãos (1 Jo 3.14). 
ü Fazemos a vontade de Deus, e não mais a nossa (Mt 7.21). 
ü   Temos sede de Deus (Sl 42.1-2). 
 
(ii)  Negligência 
Eles não têm observado o princípio de negar-se a si mesmos para se manterem espiritualmente ajustados. Infelizmente, só acumularam coisas como as demais pessoas do mundo.   
(iii) Desobediência 
Não fazem o que Deus, em Sua Palavra, lhes pediu para fazerem. O Pai, contudo, continua esperando pacientemente até que eles se decidam a obedecer. 
(iv) Descompromisso 
Permitiram que pequenas raposas destruíssem a vinha (Ct 2.15); fizeram coisas contrárias à vontade de Deus; obedeceram aos seus próprios desejos egoístas, em vez de fazerem a vontade de Deus. Essas coisas têm sido um peso sobre eles e estão deteriorando a comunhão deles com Deus. Eles estão tentando viver uma vida onde possam, ao mesmo tempo, agradar a si mesmos e a Deus. Assim, em vez de ter uma vida frutífera, usada no serviço a Deus, eles terminam frustrados e insatisfeitos – não agradam nem a si mesmos nem a Deus.   
i)          Perguntas e pontos para discussão 
 
1.           Qual a importância da fundação para a estabilidade de uma construção? Quais os nomes que as Escrituras empregam para caracterizar o cristão como uma obra construída por Deus? O que significa esses termos?          
2.           Por que Jesus é o fundamento sobre o qual devemos construir nossa vida cristã? 
3.           Por que o materialismo, o esporte, a educação, a filosofia, a religião, as tradições e a sabedoria humanas são fundamentos instáveis para a edificação de nossa vida cristã? 
4.           Rocha ou areia: qual deles é o fundamento de sua casa espiritual?  (Mt 7.24-27).  Explique.
5.           Que tipos de fundamentos devem ser eliminados de nossas vidas, a fim de que possamos edificar sobre a rocha, isto é, em Jesus? Com a ajuda de quem você deseja  fazer isso? Do Espírito Santo?  Explique.
6.           Qual das atitudes a seguir expressa o seu modo de agir, quando ouve ou lê a Palavra de Deus? Obedece completamente? Põe em prática apenas um pouco? Não pratica absolutamente nada? 
7.           Como se assegurar de que você não será abalado, quando as tempestades da vida vierem? 
8.           Leia 1 Coríntios 3.1-3. Por que essa passagem ainda é relevante para muitos na igreja, como foi há quase dois mil anos? 
9.           Quais as razões por que há tantos cristãos imaturos espiritualmente?  
10.         Existe alguma área em sua vida que tem sido negligenciada ou onde houve perda de compromisso?
11.         O que você entende por leite espiritual e para quem ele é adequado? 
i)          Resumo e aplicação 
 
1.           Jesus Cristo é o alicerce sobre o qual todos nós – seus discípulos – devemos construir nossas vidas.
2.           Qualquer coisa que nos impeça de edificar nossas vidas, tendo Jesus como fundamento, deverá ser removida com a ajuda do Espírito Santo. 
3.           Jesus nos convida a vir a Ele, para ouvir suas palavras e colocá-las em prática. 
4.           O propósito de Deus é que todos os cristãos crescam em maturidade diante dEle. Mas isso só acontecerá com a  nossa cooperação. 
5.                Deus espera que empreguemos os fundamentos corretos para a edificação de nossa vida cristã.   E quando o fizermos, Ele substituirá o leite espiritual por uma comida mais sólida, a fim de alcançarmos a maturidade espiritual. 


quarta-feira, 3 de setembro de 2014







ESTABILIDADE NO SENHOR 
Pr.   Renato   Ribeiro


Introdução

A estabilidade é outra das qualidades que se deve encontrar na vida de todo líder . Infelizmente, muitos crentes são extremamente inconstantes. O seu humor se altera com as condições atmosféricas, de tal modo que por muitas vezes se tornam brinquedos das circunstâncias; em conseqüência, não se pode depender deles. Suas intenções são boas, mas, em vista de serem emocionalmente instáveis, freqüentemente perdem a estabilidade. Estabilidade é outro traço de caráter que deve ser encontrado na vida de todo
crente.
Estabilidade de caráter pode ser compreendida como estabilidade de emoções .
A Bíblia retrata para nós um homem de tempe-ramento irresoluto, que conhecemos pelo nome de Simão Pedro. Certo dia o Senhor perguntou aos Seus discípulos quem o povo pensava que Ele era, ao que eles retrucaram que alguns julgavam-No ser João Batista, outros pensavam que Ele fosse Elias, ao passo que ainda outros viam Nele Jeremias ou algum dos profetas.
Então Ele fez a mesma pergunta aos discípulos, dizendo: "Mas vós, quem dizeis que eu sou? "
A resposta de Pedro: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo", provocou de imediato a réplica de Jesus: "Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai que
está nos céus. Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja" (Mateus 16.13-18).
Note a declaração: "Sobre esta pedra edificarei a minha igreja". Parece que o Senhor tinha em mente
o contraste que estabelecera, no Sermão da Montanha, entre o sábio que edificou a sua casa sobre a rocha, em razão do que ela pôde resistir à tempestade e à inundação, e o insensato que edificou a sua casa sobre a areia, e sob o mesmo embate das intempéries esta ruiu completamente.
Por mais que a Igreja seja sujeitada a pressões, jamais poderá entrar em colapso, visto estar
firmemente estabelecida sobre a Rocha, que é Jesus Cristo.
Em data posterior, Pedro escreveu as seguintes palavras: "Também vós mesmos, como pedras
que vivem, sois edificados casa espiritual" (I Pedro 2.5).
A estrutura superior da Igreja se compõe da mesma substância de que é formado o seu alicerce; e assim como a estabilidade caracteriza o alicerce, igualmente caracteriza o edifício inteiro. A estabilidade, pois, é um distintivo necessário do caráter de todo obreiro cristão, pois cada qual é uma "pedra que vive". Cristo disse a Pedro: "Tu és Pedro" (em grego, petros, uma pedra) "e sobre esta pedra" (em grego, petra, rocha) "edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela".  Uma pedra que faça parte de um edifício não é uma rocha imensa, à semelhança do alicerce; porém, embora o alicerce e a estrutura superior sejam diferentes quanto às suas dimensões, no tocante à substância são do mesmo material.
Cada um daqueles que participam do edifício da Igreja poderá ser pequeno em suas medidas, mas no tangente à sua natureza em nada difere do Cabeça da Igreja.Observemos em seguida como prossegue a passagem que acabamos de citar: "Dar-te-ei as chaves do reino dos céus: o que ligares na terra, terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra, terá sido desligado nos céus". Essa
promessa, aqui dirigida a Pedro, também foi feita, mais tarde, à Igreja toda (ver Mateus 18.18). É claro que Pedro ouviu essas palavras como um indivíduo, mas foi em sua capacidade de ministro de Cristo que as chaves do reino dos céus lhe foram confiadas. Foram-lhe entregues aquelas chaves a fim de que pudesse agir como quem abre as portas; e ele atuou claramente nessa capacidade, no dia de Pentecoste e,posteriormente, na casa de Cornélio. 
Na primeira instância, ele abriu a porta do reino dos céus para os judeus, e, no segundo caso, para os gentios. Entretanto, quando o Senhor Jesus se dirigiu a Pedro, em Cesaréia de Filipe, o caráter desse apóstolo não correspondia ainda ao seu nome, pois naquela altura dos acontecimentos era incapaz de fazer uso das chaves do reino dos céus. Todavia, quando, pela graça do Senhor, foi libertado da instabilidade que o caracterizava até então, e se tornou um ministro de Cristo, firme como uma rocha, pôde usar as chaves que lhe haviam sido conferidas, e pôde valer-se da autoridade de abrir ou fechar.Nenhum indivíduo marcado por um tempera-mento irresoluto pode exercer um ministério dessa natureza. Deve haver equiparação entre
o caráter do ministro e o caráter do ministério.
Ambos devem trazer o caráter da Igreja contra a qual as portas do inferno jamais poderão prevalecer. Infelizmente, contudo, as portas do inferno prevalecem contra muitos obreiros cristãos em vista de serem sempre vacilantes; por esse motivo, não se pode depender deles na obra do Senhor. 
A menos que essas naturezas instáveis sejam transformadas, seremos incapazes de funcionar no ministério específico do qual tenhamos sido incumbidos; mas, louvado seja o Senhor, Ele conta com recursos plenamente capazes de transformar o nosso caráter, tal como transformou o de Pedro. Ele pode abordar
qualquer espécie de fraqueza que porventura esteja maculando as nossas vidas, e pode reconstituir-nos de tal maneira que nos tornemos aptos para o Seu propósito.
A Bíblia esclarece que foi por revelação que Pedro foi capaz de reconhecer que Jesus era o Cristo, o Filho do Deus vivo. Jamais teria podido fazer sozinho essa maravilhosa descoberta, nem poderia outro homem ter-lhe implantado tal conhecimento; mas Deus é que lhe fizera saber disso. A partir do momento em que Pedro fez sua confissão, Jesus começou a falar aos discípulos acerca dos sofrimentos que
já esperavam por Ele para breve; e lhes falou abertamente sobre a Sua iminente crucificação e ressurreição, após o que Pedro, "chamando-o à parte, começou a reprová-lo, dizendo: Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá. Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda! Satanás" (Mateus 16.22,23).
A Igreja tem como obrigação gerar esperança, fazendo com que as pessoas creiam que é possível, mesmo no meio do caos e da instabilidade, haver estabilidade. Eu quero te encorajar com esta palavra, porque a Bíblia Sagrada nos ensina que Deus cuida, pessoalmente, daqueles cujo destino eterno está garantido por Ele. O Senhor prometeu em Sua Palavra que nunca, em hipótese alguma, abandonar-nos-ia. Olha o que diz Hebreus 13:5-6: “Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?”O Livro de Provérbios de Salomão nos ensina muito a respeito do temor de Deus. Eu selecionei alguns versículos. Olha, por exemplo:
Provérbios 1:7: “O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino.”A conseqüência da falta de temor é loucura!
Olha o mundo como está vivendo aí fora, olha como era a nossa vida antes de termos Jesus. A Bíblia diz que andávamos segundo o príncipe das potestades do ar, que fazíamos a vontade de Satanás, que éramos como os demais filhos da ira; na carne, éramos como filhos da ira. Mas, graças a Deus que Ele nos comprou pelo Seu Sangue, trouxe-nos para a Sua Casa, para a Sua Igreja, uniu-nos à Sua Noiva. Quando um crente teme a Deus, ele não vê loucuras na sua vida. Pelo contrário, ele vê frutos e abundância, porque
segue o que a Bíblia ensina. O temor de Deus é seguir o que a Bíblia revela.Provérbios 8:13 diz: “O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço.”Provérbios 9:10 diz: “O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é prudência.”
Provérbios 10:27, olha que coisa linda: “O temor do SENHOR prolonga os dias da vida, mas os anos
dos perversos serão abreviados.”Quem teme a Deus possui mais anos de vida, não adoece. As estatísticas dizem que, quem é da fé, quem é temente a Deus, possui 85% de chances de não adoecer, e, se eventualmente adoece, possui 80% mais de chances de sair da doença. Por que o temor de Deus prolonga os dias? Porque um crente, cuja vida é estabelecida em Deus, que já aprendeu a conviver em congregação, que já aprendeu a servir ao próximo, não gasta noites de farra, não se mete a usar drogas, não anda na prostituição, não pega AIDS, então, os seus dias são alongados.Vamos adiante. Provérbios 14:26: “No temor do SENHOR, tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos.”
O homem temente a Deus dá segurança para os seus filhos. Agora, o homem que não é temente faz o
que não deve.Provérbios 14:27 diz: “O temor do SENHOR é fonte de vida para evitar os laços da morte.” O temente a Deus possui fonte de vida.Mostra a Palavra em Provérbios 15:33: “O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e a humildade precede a honra.” Quando o cristão teme a Deus, é honrado.
Provérbios 19:23 diz: “O temor do SENHOR conduz à vida; aquele que o tem ficará satisfeito, e mal
nenhum o visitará.”
O temente a Deus não possui falta de dinheiro, porque é dizimista, é protegido pelos anjos de Deus,
porque possui crédito diante do Pai. Ele pode estar no vale da sombra da morte, mas Deus está com ele,
tudo porque teme a Deus.Diz a Palavra em Provérbios 23:17: “Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, no temor do SENHOR perseverarás todo dia.”Não invejes, mas, no temor, na reverência,
persevera todos os dias. De Domingo a Domingo, teme a Deus.
Todos nós que andamos neste mundo, passamos por muitas situações difíceis, e é o temor e a obediência que geram estabilidade. Quando uma pessoa teme a Deus, ela fica livre de muitos problemas, pois, as situações difíceis, Deus resolve.Quando se aplica o Conhecimento da Palavra, se está sendo sábio, e o sábio teme ao Senhor, logo, nunca haverá ruína para ele. Assim dizem os dois fundamentos
de Mateus 7:24: “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um
homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha;”
O que acontece com quem leva uma vida de temor? Diz assim: “e caiu a chuva, transbordaram os rios,
sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a
rocha.” (versículo 25).Agora, vê a pessoa que não teme a Deus: “E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia;” (versículo 26).Depois, o que acontece? “e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.” (versículo 27).
Vê, uma não caiu, a outra desabou.
Quem é que não cai? Quem teme a Deus, quem aborrece o mal.